12 de abril de 2011

Importância das Cores


As cores têm efeitos sobre a sensibilidade todos os indivíduos, inclusive para a criança, até de maneira mais evidente e natural. Para Barros (2006, p. 15) “a cor é um fenômeno fascinante. Sua presença no mundo visível exerce incontestável atração sobre nós, despertando sensações, interesse e deslumbramento”.

Barros (2006) salienta que a cor representa-se como importante ferramenta para a transmissão de idéias, ambientações e emoções, procurando chamar atenção do público de forma mais direta, suave e progressiva.

Segundo Farina (1986, p. 27) a cor tem por intuito provocar uma “ação tríplice: a de impressionar, a de expressar e a de construir [...]. A ação de cada cor isolada é a base sobre a quais diversos valores são harmonizados”.

“Os costumes sociais são fatores que intervêm nas escolhas das cores”, explica Farina (1986, p. 103) e completa, que o simples fato da diferenciação dos sexos atualmente não é tão pragmático, a sociedade se modificam, e as necessidades também. Para ele as cores são definidas, mas seguem uma preferência para cada indivíduo de acordo com o seu tempo e temporalidade, por exemplo: "Quando se sentem tristes, doentes, ou nervosos a preferência é pelo marrom; para outros, essa cor aparenta discrição. Se uma pessoa se sentir alegre, feliz, normal, enfim, a escolha será pelo azul; para outros, essa cor é cansativa". (FARINA, 1986, p. 37). 

No vestuário, a cor e suas preferências são mutáveis, somado a fatores como clima, estações do ano, ambientes, crenças, etnias e etc. Na moda, as tendências de cores são em parte manipuladas, como explica Farina (1986, p. 165): "Decoradores e arquitetos conseguem encontrar hoje harmônicas combinações e, em muitos casos, multicoloridas, para os diferentes ambientes residenciais; costureiros de todas as partes do mundo, até em regiões frias do norte europeu, sentem a necessidade de enriquecer um pouco mais a gama de cores para o vestuário desta ou daquela estação do ano; editores de revistas de moda e de decoração, de arte culinária e de produtos, de grandes “magazines” lançam ao mercado diferentes publicações multicoloridas e em coleções separadas, como é no caso da moda feminina (noiva, moça, bebê, modelos, moda verão, moda inverno, etc. (FARINA, 1986, p. 165)".

Segundo Eco (2001, p. 34), no decorrer da história e sociedade atual, as cores se representam através da economia, quanto mais forte e disposta, geralmente as cores são mais vivas, vibrantes, limpas e nítidas, quando a economia se encontra em situação difícil, dá-se as cores mais fechadas, um momento chamado de “cores da época da Depressão”.


Cada cor procura representar alguma espécie de sentimento, dialogar com o espectador, comunicar-se de forma silenciosa mais com êxito de expressão. Segundo Eco (2001, p. 30) “a cor pode dar status, fazer uma afirmação ou influenciar outras pessoas. Pode estimular inspirar ou acalmar; criar uma imagem de poder, sofisticação, abertura ou intelectualidade”.


Ps: Informações retiradas do meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER A PSICOLOGIA E O DESENVOLVIMENTO DO PÚBLICO INFANTIL PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS DO VESTUÁRIO finalizado em Dezembro/2007.


 Abra e Descubra: Vire as abas e aprenda brincando! 

De Dorling Kindersley  Ed. Publifolha, R$ 19,90
Com abas que se desdobram e criam uma divertida brincadeira de esconder e adivinhar, este livro é uma introdução lúdica ao mundo das cores para crianças de 3 a 5 anos. Ricamente ilustrado, apresenta cores básicas, como o vermelho, o azul, o verde, o amarelo e o laranja em tons vibrantes e imagens marcantes que povoam o imaginário infantil. São animais, flores, frutas e objetos variados que atraem a atenção dos pequenos ou fazem parte de seu cotidiano, tudo para ensinar a diferenciar as cores.

 

11 de abril de 2011

Papel de Parede Criativo

 Eu li, e recomendo:

Papel de parede - Explore a criatividade do seu filho!

Criança gosta mesmo de desenhar em tudo. Seja em uma cartolina gigante no chão, nos azulejos do banheiro ou, para desespero de muitos pais, nas paredes da casa! Se você quer liberar a criatividade do seu filho, mas não pretende transformar sua casa em uma grande obra de Kandinsky, pode fazer uma bagunça organizada. Com um papel de parede cheio de molduras seu filho vai poder colorir dentro dos limites e deixar a casa enfeitada com seus "quadros" de vários formatos. Aí você não precisa pendurar pelas paredes aqueles desenhos feitos na escola em folhas avulsas, que você tem o maior orgulho, mas acabam deixando a sala meio caótica. E se quiser manter o papel de parede em branco, ou só algumas molduras preenchidas, também pode. Fica um charme. Mas, no fim, até você vai se empolgar com as canetinhas e lápis de cor e descobrir um novo talento para as artes!

Onde encontrar: The Land of Nod, US$ 40, faz entregas no Brasil. www.landofnod.com 
Por Mariana Setubal




Kiss kiss honey,
Amanda Atanásio

4 de abril de 2011

Coleção Alakazoo! Alto Verão 2010.2011

Alakazoo! 
Mágico é viver Feliz
Coleção inspirada em um acampamento de férias... 
... As meninas aproveitam os dias ensolarados para se divertir nos irresistíveis piqueniques!






Vale apena acessar:
www.alakazoo.com.br
www.posthaus.com.br

30 de setembro de 2010

Tendenciando... Verão, chega mais!

Verão, parece distante, para mim, já chegou!!!!
9ª Edição da Fashion Weekend Kids no Shopping Iguatemi
ocorreu entre os dias 26 e 27 de agosto.

As crianças costumizaram seus chocolates com tabletes e confeitos Kopenhagen, brincadeira pura! Inclusive suas roupas foi pura diversão, com roupas de mestres-cuca, ninguém ficou de fora da costumização, foi diversão medida certa!!!
No sábado (27/08), as marcas que desfilaram são 1+1, Fit Nina e Tyrol. Domingo (28/08), Ronaldo Fraga para Filhotes, Mixed Kids e Cris Barros Mini.

leia mais (+) http://modaspot.abril.com.br/news/31564

bjus


13 de dezembro de 2008



Eu fiz! Indico!
Moda Infantil - Criação e Mercado
O participante se envolverá em um processo de criação focado ao universo infantil, desde a pesquisa até noções de forma, cor, modelagem, passando por um laboratório de criação de produtos até a sua comercialização.(Carga horária: 28 horas)


Programação
• o papel do estilista de moda infantil - o que depende exclusivamente deste profissional• como pesquisar moda infantil
• como entender o processo de moda e seu reflexo no universo infantil
• o que há disponível hoje no mercado? Ver, sentir, ouvir o que as marcas infantis têm a propor• comparação de marcas
• entendendo os pais e coligados
• olhar mais próximo ao seu consumidor, a criança em siLaboratório de criação:
• identificando sinais importantes para a constituição de um negócio de moda infantil
• identificando sinais importantes na constituição de uma marca infantil
• identificando o território visual que posso agregar ao projeto
• eleger matérias-primas
• eleger formas e proporções
• eleger a linguagem do produto
• coordenando produtos, formando uma coleção (laboratório)Modelagem:
• observar a anatomia da criança em suas diferentes fases etárias: bebê, primeiros-passos, infantil e adolescente
• entender as necessidades de cada fase etária: bebê, primeiros-passos, infantil e adolescente
• formas, em modelagem, que agregam conforto à peça, por fase etária
• linhas, em modelagem, que agregam elegância à peça, por fase etária
• coordenando a modelagem ao projeto de criação, para dar força à comunicação do produto na coleçãoComercialização:
• olhar o mercado de moda infantil: posicionamento de cada ´player´
• avaliando custo-benefício das principais marcas
• força do segmento: um olhar mais amplo do setor
• atuação das principais marcas: produção, distribuição, comercialização
• perceber os pontos-fortes de cada marca
• quais pontos-fortes posso agregar ao meu projeto?
• qual custo-benefício pode ser estabelecido em meu projeto?
• adequação coleção x valor percebido x alcance.
Abraço e ótimo início de dezembro!

20 de setembro de 2008

Ronaldo Fraga

Quando se fala de Ronaldo Fraga até parece fácil dizer que fácil fazer. Sua facilidade em compreender estilo, facetas, modos, modismos, novidade e principalmente uma ótima profundidade de repertório são características que poucos na atualidade conseguem ter, fazer e principalmente vender.
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O apelo estético utilizado em suas coleções são naturais de sua pessoa, grandioso dele que sabe utilizar ferramentas necessárias para distribuir sem descaracterizar sua coleção, digo isso, por que nenhum patrocinador iria patrocinar sem ter um retorno visual de sua marca, e Ronaldo Fraga consegue fazer isso com sua sutileza e claro com a participação de uma equipe entrosada. Nesta equipe, conheci uma pessoa super fabulosa chamada Maria Carolina Garcia Giraldi, conhecida como Carol Garcia, semioticista, jornalista e mil coisas a mais.
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Brasilidade é com ele mesmo... usando temas como a "China" (inverno 2007), continua sendo super brasileiro, e olha que isso é super difícil, audácia e simplicidade que constroem uma coleção que dá gosto de ver e curtir e principalmente comprar!
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RONALDO FRAGA - PARA FILHOTES (a música do site é linda!)
"A marca Ronaldo Fraga deu cria. A linha para filhotes nasceu, cresceu e agora anda com suas próprias pernas. Com roupas e afins para crianças de 0 a 10 anos, Ronaldo Fraga para Filhotes caminha no universo cujo playground é a memória afetiva redesenhada com muita cor, humor, conforto, pequenas delicadezas feitas à mão e ilustradas com elementos da cultura brasileira." (trecho retirado do site: www.ronaldofraga.com.br)

7 de setembro de 2008

Brinquedos demais!

Espiando a edição de Setembro da CRESCER, você pode já se preparar para o Dia das Crianças. A lista anual de CRESCER chega a sua 3ª edição, depois de dois meses de trabalho e mais de 500 novos brinquedos testados por 32 crianças em três dias. Elas escolheram cerca de 70 deles, que passaram pela aprovação (ou não) de sete especialistas. Essa edição tá totalmente interessante, buscando de forma adequada entreter com mais qualidade as crianças de hoje.


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Imagens e Trecho abaixo retirado do site:
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Para os olhos brilharem
"Tudo o que a gente mais quer quando dá um presente para uma criança é que ela goste. Que antes de acabar de rasgar o pacote – porque as crianças não desembrulham, elas rasgam – os olhos já estejam iluminados o suficiente para saber que a escolha foi correta. Claro que você vai às lojas e enlouquece com as novidades, como um carrinho de controle-remoto potente ou um jogo colorido superbacana. Mas se tiver um bebê e der um brinquedo para crianças de 6 anos, por exemplo, ele não vai aproveitar o que o produto pode oferecer. Pior. Não se sentirá estimulado, poderá se machucar ou ficar tão irritado que perderá a vontade de se divertir. E é justamente o que você – e a gente – não quer. Tente também conter a ansiedade para não oferecer estímulos em excesso. Seu filho vai aprender com qualquer brinquedo, do super-simples ao megatecnológico. É um processo natural. Tanto que, muitas vezes, uma caixa de papelão se torna uma divertida brincadeira... E lembre-se de que a criança pode (e deve) brincar sozinha, com você, com amigos. Essas etapas são importantes para o desenvolvimento, pois propiciam experiências diferentes. Percebemos tudo isso à medida que as crianças foram brincando aqui na Editora Globo para escolher os brinquedos que mais gostavam e na conversa com os consultores que nos ajudaram nesta lista. Sentimos, observando e interagindo, como um brinquedo pode despertar a atenção, a vontade de se divertir e convidar pais e amigos para estar juntos. Esperamos que essa inspiração invada sua casa também."

6 de setembro de 2008

Importância da Estética

Importância da Estética
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A estética está ligada ao belo, ao conhecimento sensorial, experiência e sensibilidade. A sensibilidade é própria ao individuo, ele simplesmente gosta ou não gosta de determinado conceito visual, entretanto muitas vezes, não sabe dizer o que o incomoda.
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Wellington Carrion, Instrutor de Desenho e Web Design, afirma que a existência dos padrões visuais encontrados em diversos segmentos é importante para dar-se início ao aprendizado e, por assim dizer, inovar e revolucionar com novos princípios e idéias. A moda é um exemplo de imposição do belo, mesmo ousando pode desagradar, mas ainda assim é aceita.
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Todo elemento visual deve ter peso e ser atrativo, despertando a atenção do espectador, ainda que não seja a atração principal. Sendo assim, o objeto ou personagem não precisa necessariamente aparecer isolado para ser notado.
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O valor estético da imagem está totalmente ligado à sua composição geral, desde a visão, o tato, o olfato, audição e até mesmo o paladar, assim esclarece Kemol (2007): “Corpo - Elemento ou conjunto de elementos de mesmo teor pode ser tratado como a massa de equilíbrio ou foco de atenção. Espaço - Área onde esses elementos denominados massa serão distribuídos”.
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A composição de imagem é estudada dentro de um conceito estético, e não estático, de maneira que a atenção do individuo se concentre no centro de interesse, neste caso o modelo, sua roupa e caimento.
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Não há normas definitivas para a combinação de cores, a complementação, a forma ou o corte da roupa, texturas, padronagens e estampas ou mesmo para a adequação de determinadas roupas a situações de uso específico. A transformação dos valores é tão rápida que chega a confundir os profissionais, quanto mais os leitores. E, como nossa principal função é informar o leitor sobre como melhor utilizar os elementos a que ele vai ter acesso nas lojas (...), cabe a nós profissionais, um esforço de atualização constante; mas também de criatividade, de forma a multiplicar, visando o leitor, as opções disponíveis, a dar a elas usos e expressões os mais variados possíveis. (JOFFILY, 1991, p. 108).
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Ao observar a estética, deve-se levar em consideração a questão do belo, na verdade o conjunto dos elementos traduz e estimula diversas compreensões dependendo do momento em que é vista, onde está localizado e o que faz importante dentro do contexto da análise de um objeto.
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As atuais mudanças estéticas de valores e atitudes se revelam dentro da sociedade, um exemplo próximo é a forma que as pessoas se vestem. O mercado deseja algo, procura-se atingir o sensorial do seu público. É inevitável a busca pelo objeto que seduz através de signos estéticos não tão óbvios, sendo assim, nos mostra que, “as modificações freqüentes empregadas na estética dos objetos são um correlato do novo lugar atribuído à sedução” (LIPOVETSKY, 1944, p.164).
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A moda contemporânea caracteriza-se pela homogeneidade, busca de um padrão estético, mesmo tentando fazer com as pessoas sintam-se criando uma identidade própria, assim, forma-se uma massa que procura o apelo estético – o belo – mesmo sem compreender necessariamente o que significa.
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Ps: Informações retiradas do meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER A PSICOLOGIA E O DESENVOLVIMENTO DO PÚBLICO INFANTIL PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS DO VESTUÁRIO finalizado em Dezembro/2007.

31 de agosto de 2008

Observatório de Sinais - Dário Caldas

As novas tendências capturadas pelo Observatório de Sinais (Dário Caldas) para o período 2009-2010 estão publicadas no sábado 30/08, em première absoluta e exclusividade, no caderno Vitrine da Folha de S. Paulo, com reportagem de Heloísa Helvécia - continuando, assim, a parceria que construímos desde o lançamento do caderno, em 2007.


A intenção principal com essa publicação é democratizar o acesso a uma informação de ponta e de qualidade sobre as tendências.

28 de agosto de 2008

Sofia...

Hoje é meu último dia de férias...
Então resolvi colocar meus dedinhos na massa e
fazer um desenhinhos, uma paixão!
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Esta é a pequena Sofia
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Um abraço.

27 de agosto de 2008

Criança: X da questão

Para vestuário é importante que toda a criança deva receber algum estímulo para que seja ponto motivador e que leve ao interesse ao que lhe é sugerido. Todo o conceito técnico da psicologia do desenvolvimento infantil é explicado para ser base de um novo conceito direcionado ao público infantil, a roupa. Neste caso em específico é necessário conhecer todos os processos para direcionar de forma mais coerente as particularidades da criança, que deve sim, ter um novo conceito que trabalhe com a criatividade nata e dê estímulos a desempenhar um novo papel dentro da infância atual. “Para moda, o conceito é o principal meio pelo qual se fundamenta e se avalia o produto. A busca do novo acontece principalmente na moda infantil na busca de um novo conceito que lhe dê significados e transmita emoção.” (PETRY, 2006).
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É necessário compreender que as características visuais dos produtos elaborados têm um grande efeito sobre as crianças, de forma muito objetiva, capacitando-as a gerar preferências próprias.
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As roupas têm poder sobre as crianças de forma que elas possam se sentir ou não agradáveis com determinada peça. A criança deve ter um relacionamento sensorial com a roupa para que possa sentir desejo em tê-la, explica Montigneaux (2003, p. 68).
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Na moda tudo é passageiro como na infância, quando se considera que cada idade tem uma necessidade a ser explorada com o intuito de desenvolver produtos criativos dentro delas.
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Entre os dois e três anos:
A personalidade ainda não está definida completamente, ainda se encontra na fase de colocar todos os objetos na boca para conhecê-los. Também um momento relacionado com a impulsividade de realizar e satisfazer seus desejos mesmo que ainda muito dependente dos pais. Os adultos são extremamente decisórios na escolha, por isso, devem ser o alvo dos produtos e, conseqüentemente, dos varejistas. A preocupação com o bebê faz com que os pais valorizem ainda mais a qualidade do produto. Na faixa dos dois aos sete anos, a criança tem uma maneira específica de ver o mundo, a criança recria um mundo no qual corresponde a realidade, mas não de forma totalmente verdadeira. Nesse período a criança se atém primeiramente à ilustração do produto, sua cor, forma e tamanho, e ainda não tem a ligação com o nome da marca explica Montigneaux (2003, p. 69). Devido ao egocentrismo, explicado por Piaget, a atenção da criança não se direciona exclusivamente ao personagem que pareça real, ou com ela mesma, mas sim para as formas mais básicas, como o triângulo, quadrado e o círculo, pois são fáceis de compreender e assimilar, pois já fazem parte do seu olhar com dentro do mundo que aprendeu estar. Por exemplo: o peito da mão tem um formato circular, gerando um melhor apelo a brinquedos com essa forma. O material visual não precisa ter um interesse em mostrar a realidade como ela é neste período é um momento em que formas diversas que se cruzam aguçam a criatividade sem necessidade de um personagem, Mota (2007, APÊNDICE A) conclui este pensamento, mostrando que neste momento a criança não tem praticamente medo das coisas, pois ainda não conhece as formas e que curiosidade é um sentimento que está diretamente ligado. A criança precisa manusear e o tocar, é fundamental para o conhecimento do mundo ao redor, fase do desenvolvimento da autonomia motora, mas ainda possui dependência emocional muito forte. Objetos repetitivos ou cansativos não têm o poder de estimular, é a busca pelo diferente inconsciente. Segundo Mota (2007, APÊNDICE A), as crianças idolatram seu corpo e se acham iluminadas. Tudo o que ela usa ou brinca deve ter brilho e ser luminoso. Nessa fase, elas não gostam de vestir roupas, neste caso as roupas devem ser largas, elásticas e nada que provoque alguma irritabilidade. São presas às cores como o amarelo, azul e o vermelho, pois são cores luminosas. Não há diferenciação o gênero, feminino ou masculino, por parte da criança, por isso ainda não possuem preocupação com o estilo de vida, gostam de determinada coisa sem saber qual gênero é incorporado, nas cores como o rosa para a menina são imposição dos pais explica Mota (2007, APÊNDICE A).
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Entre três e quatro anos:
Os pais, em especial a mãe, ainda exercem um poder muito grande sobre as escolhas da criança. A marca ou a loja deve convencer a mãe e seduzir a criança. As mensagens direcionadas para a criança devem ter estruturas claras e diretas e com apenas um personagem de cada vez. As formas, as cores e os gostos dos produtos são importantes nessa idade. (MONTIGNEAUX, 2003). Neste momento, as crianças já assimilam novas cores, seguindo tons primários e secundários. Cores como o verde, laranja e rosa já tem estímulos reais sobre o desejo das crianças. As formas, as cores e os gostos dos produtos são importantes nessa idade. (MONTIGNEAUX, 2003).
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Aos quatro anos de idade:
As crianças já conseguem definir suas escolhas, hoje pequenos detalhes podem fazer a diferença. Os estímulos visuais são imprescindíveis, o tato e a audição criam um universo paralelo e mágico, remetendo a satisfação e fidelização de um produto ou serviço. Nesta fase a criança já percebe a marca como uma forma figurada a partir de algum detalhe que se fez presente no pensamento da criança, um exemplo de Montigneaux (2003, p. 70) é o “M” de Mc Donald’s. Os desenhos que envolvem na criança são direcionados à realidade, como são feitos, como funcionam, formas bem definidas e reais.As crianças são vaidosas, gostam de se sentir bonitos, adoram cheiros diferentes, são chatos e adoram uma confusão, não sentem frio, sono é melhorado, comem melhor, mas passam a sentir medo das formas, das cores, símbolos por já conhecerem o significado um pouco mais amplo das coisas, explica Mota (2007). Imitam o que acham bonito desde as atitudes até o jeito de vestir. As roupas devem ser fáceis de entrar e sair na criança, pois já conseguem vestir-se com maior facilidade, o que lhe dá maior autonomia de escolha diante suas necessidades conclui Mota (2007). Toda a criança se interessa pelo que está mais perto e atrativo, na altura dos olhos, devido à facilidade para tocar, olhar, cheirar e desenvolver todos os estímulos ligado ao desejo e prazer em consumir.
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Dos cinco aos seis anos:
A criança já tem caráter decisório dentro do quadro familiar, muito mais manipuladora, pois já tem características, imitativas, de adultos, pois conseguem assimilar alguns pensamentos sobre a sociedade em geral. Descobrem seu gênero, feminino ou masculino. São muito criativos, já possuem noção de desejos, continuam imitando suas referencias e sabem analisar preço e fazer combinações estéticas. Para Mota (2007, APÊNDICE A) são “movidos pelo encantamento, mágica [...]. As crianças nessa fase sofrem um estímulo, se elas ficam encantadas pelo objeto que lhe é apresentado, elas querem, mesmo se não for tão bom”.
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Ps: Informações retiradas do meu Trabalho de Conclusão de Curso sobre A IMPORTÂNCIA DE COMPREENDER A PSICOLOGIA E O DESENVOLVIMENTO DO PÚBLICO INFANTIL PARA A CRIAÇÃO DE PRODUTOS DO VESTUÁRIO finalizado em Dezembro/2007.

22 de agosto de 2008

Criatividade x Mercado

Há algum tempo tenho adotado um novo conceito do que se diz criação x mercado, a palavra criatividade deve sempre estar presente quando se trata de um produto novo a se lançar em um mundo que o diferente faz a diferença, mas a questão deste diálogo é a importância da utilização do conhecimento no mercado atual, suas necessidades, seus anceios ou desejos mais internos.
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A gestão de um negócio também está super ligada ao mercado e não temos como evitar isso.
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Um exemplo é "a confecção paulista Cris Barros está combatendo um mal muito comum entre as pequenas e médias empresas de seu setor — precariedade na administração e custos nas alturas. Em apenas cinco anos, a ex-modelo Cris Barros, de 36 anos, conseguiu se estabelecer como uma das estilistas mais procuradas pelo público que freqüenta endereços chiques da moda paulistana. A manequim, que saiu da adolescência estampando capas de revista, acabou virando empreendedora de uma grife que produz 50 000 peças ao ano e que leva seu nome. Segundo estimativas do mercado, a empresa fatura cerca de 10 milhões de reais por ano, e as vendas vêm crescendo a uma média de 30% a cada coleção. Hoje, suas roupas estão presentes em 60 pontos-de-venda em todo o Brasil e em lojas de luxo de 12 países, entre os quais Estados Unidos, Líbano e África do Sul.
Em parte, a história de Cris não é muito diferente da de outros empreendedores do mundo da moda que saíram das passarelas ou dos ateliês de costura para criar marcas poderosas. A diferença é que, logo nos primeiros anos, Cris percebeu que o crescimento do negócio ia exigir bem mais do que a criatividade necessária para compor belos modelos — era preciso manter uma gestão eficiente e um rigoroso controle dos custos. “No lançamento da minha primeira coleção, em 2002, o estoque previsto para durar três meses foi vendido em apenas 15 dias”, diz ela. 'Não demorou muito para perceber que, sozinha, eu não daria conta de acompanhar o crescimento da marca'."
Texto retirado do site: http://www.fashionbubbles.com/.
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Esse conhecimento ainda é mais importante quando se trata de um novo público emergente como infantil, onde é importante estar ainda mais atendos às mudanças culturais, políticas, econômicas e sociais.
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A criação é o "coração da moda" e um produto de moda deve servir para encantar. O Mercado Infantil é diferente, e não faz muito tempo que a explosão das marcas infantis oconteceu, e não podemos ser rígidos demais, ser eclético e não ter preconceito auxilia na contextualização de ser uma marca ou um novo nome de sucesso, mas isso não significa andar somente conforme a correnteza, mas sim aproveitar as mudanças sociais e atingir da mesma maneira o público-alvo que se supõe já ser bem definido.
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É importante reconhecer os sucessos e as falhas de um organização, repeti-las ou não cabe àquele que coloca a mão na massa e sem arrependimentos... ARRISCAR!
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Um abraço à todos.

21 de agosto de 2008

Q-Vizu - Coleção Infantil

Recebi um e-mail da Q-Vizu sobre sua mais nova coleção. É uma loja carioca que começou com camisetas e não parou por aí. Com conceito inusitado, trabalha com camisetas e acessórios para crianças e adultos. Essas roupinhas são mais para os pais babarem do que deixar as crianças usarem. Para pais modernos vale a pena conferir!

A Q-Vizu fica no Rio Sul, 4º piso, Botafogo. Telefone: (21) 2275-8917.

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ADORO!

Brincadeira de criança!

Achei perfeito! Com fotografias lindas e inéditas para mim:
Liz Wolfe faz fotografias com diversas coisinhas e dá um novo olhar sobre elas, é tão inspirador!
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Você confere LIZ WOLFE http://www.lizwolfe.com
no qual conheci por intermédio do blog http://www.clubesapeca.blogspot.com/

A era da Informação

Digamos que hoje a informação é um bem de consumo duradouro e interminável, atingindo a todos de forma muito mais dinâmica e voraz, e compreender o que é positivo ou negativo é uma tarefa que a nós é cabida. Nos dias atuais as pesquisas fazem parte do nosso cotidiano e nos validam a produzir uma análise do que achamos ou não certo.
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Hoje nos cadastramos em um “newsletter” qualquer de noticiário e recebemos todos os dias um caminhão de informação sobre diversas áreas ou acontecimentos, é tudo junto e agora! E nosso cérebro está tão preparado assim para esse bombardeio? Ou é somente um fuga para não buscar coisas que realmente valha a pena ler?
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Parada e pensando sobre o assunto cheguei a conclusão que é necessário filtrar tudo isso, me fiz várias perguntas, umas delas é o que quero realmente aprender?
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Perguntas assim nem sempre têm respostas, mas vale à pena refletir. Por exemplo, não adianta ler coisas da página policial, da morte de não sei quem ou do roubo bilionário da pessoa de tal, temos que ter foco ou ter poder de distribuição de tempo para também ler sobre isso. O cérebro é um sistema que deve sempre ser atualizado, deletar coisas ruins, acrescentar coisas boas, em fim deve-se sempre estar sendo reciclado.
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Não estou dizendo que não deve-se ler coisas que não tenham nada a ver com o que você quer aprender e sim, filtrar, a palavra chave é essa! Hoje em dia a política e economia são dois elementos essenciais se estar antenado quando se fala do setor de moda. Como é importante saber como a China anda se desenvolvendo por aí a fora.
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E as crianças?
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Desvendar o conhecimento começou à poucos anos atrás. Hoje é importante saber que esse público é emergente sim! E deve ganhar respaldo sim! O barato de tudo isso é que têm pessoas maravilhosas que estão trabalhando duro para conhecer e entender um pouco de mundinho até então bem fechadinho.
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Tem muitas coisas por aí e é importante ler tudo! Qualquer página de revista que fale sobre elas, seu comportanto, dicas de saúde, de alimentação, de esporte, até de suas roupas. Nada é em vão, as pesquisas estão aí!
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As informações quando se tratam de crianças vem de outro modo, elas tem outra atmosfera, são sensíveis ao bombardeio de informações e somado à liberdade de expressão são fatores que exercem força atualmente no processo de decisão.
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É importante entender que apesar de tantos livros de condutas ou de sugestões de como devem ser as coisas, hoje é necessário perceber que nem todas a informações devem ser levadas em conta, aí de novo vem a questão do filtrar. Se pergunte antes de iniciar qualquer pesquisa: O QUE QUERO APRENDER HOJE?
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E amanhã você estará livre para desvendar outra dúvida... Quer fazer um teste? Eu recomendo.